Cadáver é encontrado com mãos amarradas em riacho em distrito de Porto Velho
Após serem realizados os trabalhos da perícia técnico científica, da Polícia Civil, verificou-se que a vítima não portava documentos de identificação.
Após serem realizados os trabalhos da perícia técnico científica, da Polícia Civil, verificou-se que a vítima não portava documentos de identificação.
A dupla estava transitando em uma bicicleta e ao notar a presença de uma guarnição da Polícia Militar, o que conduzia o veículo acelerou.
O marido de Maria relatou que quando estava entrando no carro a mulher sofreu queda.
O local do acidente não possui sinalização horizontal/vertical e também não há iluminação pública.
Durante a fuga o suspeito jogou um objeto ao chão, que posteriormente foi recolhido pelos policiais.
Os policiais que atenderam a ocorrência informaram que estavam em patrulhamento pela região, quando ouviram um barulho típico de uma explosão.
As funcionárias confundiram o homem com um indivíduo que havia praticado assalto na clínica tempos atrás.
Primeiramente os assaltantes roubaram um aparelho celular de um homem e em seguida foram tentar roubar a motocicleta do PM, quando houve a troca de tiros.
Guilhermino estava ingerindo bebidas alcoólicas desde cedo e que no início da noite iniciou uma confusão com filhos e a mulher.
Os militares então retornaram na escola onde ele jogou o objeto e verificaram que se tratava de uma arma de fabricação caseira tipo garrucha.
Os suspeitos fugiram e o adolescente se escondeu em um terreno baldio, mas acabou sendo descoberto por populares.
Uma guarnição da Força Tática da Polícia Militar foi acionada no local após moradores da região encontrarem o corpo da vítima.
Ao avistar a viatura da PM, a dupla empreendeu fuga a pé. Um dos suspeitos jogou uma sacola e conseguiu fugir pulando muros de residências.
Felipe estava com uma arma de brinquedo e roubou um automóvel Fiat Siena, na rua João Goulart, bairro São João Bosco, de onde fugiu.
Após espancar a mulher, o suspeito a ameaçou afirmando que se ela “chamasse a polícia, não ficaria mais nesta terra”.
Os policiais constataram que William usava tornozeleira de monitoramento do sistema penitenciário, porém, o aparelho estava desligado.
Aos policiais Fabrício se identificou usando outro nome, mas os militares desconfiaram e após investigações constataram seu verdadeiro nome.
Os policiais encontraram ainda uma balança de precisão e papel filme, usado para embalar a droga para venda e duas bicicletas.