O Grupo Amazon Fort divulgou nota à imprensa para contestar informações veiculadas durante entrevista em uma emissora de rádio sobre a execução dos serviços de coleta de resíduos sólidos em Porto Velho. O posicionamento ocorre em meio à recente mudança na gestão do serviço e também após declarações envolvendo o nome do vereador Dr. Breno Mendes.
A empresa integrava, por meio do consórcio EcoPVH, a operação responsável pela coleta de lixo na capital rondoniense. No entanto, deixou de atuar na última quarta-feira (24), quando a Prefeitura oficializou a substituição pela Sistemma Serviços Urbanos. A troca ocorreu após uma série de problemas atribuídos ao antigo consórcio, incluindo quase 5 mil reclamações de moradores, além de notificações e multas por suposto descumprimento contratual, segundo a administração municipal.
Na nota, o Grupo Amazon Fort afirma que as informações divulgadas na entrevista “não correspondem à realidade da operação” e classifica como inverídicas algumas declarações feitas publicamente. Um dos sócios da empresa, inclusive, entrou em contato com a emissora para exercer o direito de resposta.

O caso ganhou ainda mais repercussão após o mesmo sócio afirmar, durante entrevista, que o vereador Dr. Breno Mendes teria procurado a empresa ao longo de meses, solicitando propina. A declaração foi feita de forma direta, mas até o momento trata-se de uma acusação que deve ser apurada pelas autoridades competentes.

O Grupo Amazon Fort sustenta que eventuais alegações de falhas na prestação dos serviços podem ser contestadas com base em registros operacionais e no cumprimento do contrato durante o período em que atuou na capital.
A empresa também informou que todas as declarações feitas por seu diretor serão apresentadas e detalhadas em momento oportuno, nos meios legais cabíveis.
Por fim, o grupo reafirma compromisso com a transparência e diz permanecer à disposição para prestar os esclarecimentos necessários.



