Rondônia

Assfapom lamenta morte de agentes da PRF e cobra punições mais rigorosas a criminosos

O presidente da Assfapom, Jesuíno Boabaid, lamentou profundamente o ocorrido e se solidariza com os familiares, amigos e companheiros de farda dos policiais mortos.

Por Assessoria

quinta-feira, 19/05/2022 - 20:11
Assfapom lamenta morte de agentes da PRF e cobra punições mais rigorosas a criminosos

A Associação dos Familiares e Praças da Polícia e Bombeiro Militar do Estado de Rondônia (Assfapom), vem a público lamentar as mortes dos policiais rodoviários federais Márcio Hélio Almeida de Souza, de 52 anos, e Raimundo Bonifácio do Nascimento Filho, de 45 anos.

Os servidores da segurança pública foram mortos covardemente na BR-116, em Fortaleza, no Ceará. Ambos eram lotados no Grupo de Motociclismo Regional (GMR), da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e eram especialistas em escolta de autoridades.

Banner publicitário Saga Veículos

Os policiais estavam em abordagem e avistaram o homem, em situação de rua, vagando entre os carros. Os agentes então foram retirar o homem, que reagiu e retirou a arma de um deles, efetuando os disparos que culminaram no óbito de ambos.

Um policial militar, de folga, passava pelo local no momento dos tiros e disparou contra Antônio Wagner Quirino da Silva, de 31 anos, que também morreu no local.

O presidente da Assfapom, Jesuíno Boabaid, lamentou profundamente o ocorrido e se solidariza com os familiares, amigos e companheiros de farda dos policiais mortos.

Jesuíno lembrou o fato ocorrido em outubro de 2020, em Nova Mutum Paraná, onde o 2º Tenente PM RR Figueiredo foi executado em uma fazenda. Guarnições da Polícia Militar foram resgatar o corpo de Figueiredo e o Sargento PM Rodrigues, da Força Tática do 5º BPM, acabou sendo morto por supostos integrantes de movimento sem terra.

Boabaid destacou, ainda, a necessidade que o congresso mude a legislação para punir criminosos que cometem crimes hediondos contra agentes de segurança. “Precisamos rever a legislação. Criminosos confiam que as leis são brandas e se aproveitam disso para cometerem os mais diversos crimes”, finalizou o presidente da Assfapom.

Leia mais sobre:

Seja o primeiro a colaborar

Deixe seu comentário!

Informe seu nome
Informe seu email