Quem disse que o treino precisa ficar restrito à esteira, à bicicleta ergométrica ou aos aparelhos de musculação? Em Porto Velho, dois alunos de uma conhecida rede de academias resolveram inovar na rotina fitness e levaram o conceito de “cardio” para um lugar um pouco diferente: dentro de um carro, estacionado em uma área mais afastada do estabelecimento.
Segundo relatos, o veículo chamou atenção pelo intenso movimento de vai e vem, sobe e desce, que fazia o carro balançar bastante. Pelo visto, o casal estava levando a atividade física a sério, embora a modalidade escolhida não apareça na grade convencional de exercícios da academia.
Aparentemente, os dois encontraram um espaço mais reservado para realizar o treino particular, longe dos olhares mais curiosos. O problema é que, quando o carro começa a acompanhar o ritmo dos ocupantes, fica difícil manter a discrição.
E o desfecho também chamou atenção: depois do momento íntimo, a aluna saiu do veículo e retornou à academia correndo, feliz e saltitante, como quem havia acabado de concluir uma sessão de exercícios bastante satisfatória.
Agora fica a dúvida: será que esse tipo de cardio conta como atividade complementar no aplicativo de treino ou precisa de uma categoria própria?
Brincadeiras à parte, a cena inusitada mostra que, para algumas pessoas, a disposição para se exercitar vai muito além dos equipamentos tradicionais. Em Porto Velho, pelo menos, parece que o conceito de treino completo ganhou um significado bem particular.


