Rondônia

ASSFAPOM faz alerta ao governador sobre veto no projeto de lei de proteção social de militares

Conforme informou Boabaid, o governo deu indicativo de que irá vetar a diferenciação da alíquota da proteção social dos militares, o que causará prejuízo para os militares ativos, inativos, pensionistas e reformados.

Por Assfapom

sexta-feira, 07/01/2022 - 16:09 • Atualizado 17:48
ASSFAPOM faz alerta ao governador sobre veto no projeto de lei de proteção social de militares

O presidente da Associação dos Familiares e Praças da Polícia e Bombeiro Militar do Estado de Rondônia (Assfapom), Jesuíno Boabaid, publicou vídeo nesta sexta-feira (7), tratando novamente sobre a aprovação do Projeto de Lei (PL) referente a Proteção Social dos militares de Rondônia.

Conforme informou Boabaid, o governo deu indicativo de que irá vetar a diferenciação da alíquota da proteção social dos militares, o que causará prejuízo para os militares ativos, inativos, pensionistas e reformados. Todavia, o governo entendeu em manter o posto acima.

Como associação, não entendemos o motivo deste projeto não ser sancionado com todas as emendas propostas pelos deputados, afinal, não cria despesas ao estado. É algo que garante a previdência específicas para a força de segurança estadual”, destacou o presidente da Assfapom, que encaminhou mensagem ao governador para que ele reavalie o possível veto sobre a diferenciação da alíquota.

Diante deste indicativo por parte do governador Marcos Rocha, o presidente resolveu cancelar a manifestação que estava marcada para hoje (7), às 17h em frente ao Centro Político e Administrativo (CPA).

Jesuíno Boabaid salientou ainda que, assim que a Assembleia Legislativa (ALE/RO) retornar com os trabalhos na casa, irá conversar com os parlamentares para que o possível veto do governo seja derrubado, pois não é necessário manter a medida que causará danos irreparáveis aos militares inativos, pensionistas e reformados.

Governador, ainda dá tempo de o senhor rever essa decisão de vetar um dispositivo que vai prejudicar milhares de militares da reserva, pensionistas e reformados. Governos são transitórios. Analise que é um ano político e que o ano de 2022 é ano decisivo, e o senhor vem, ao longo de 2021, inclusive, fazendo algo de tentar melhorar sua imagem perante a tropa, portanto, reflita”, finalizou o presidente.

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