Política

Marcos Rogério compartilha ‘Narcos Rogério’: ‘Abjeto. Vai vendo, Brasil!’

Neste sábado (4/9), Rogério postou um meme, onde ele aparece como o traficante Pablo Escobar.

Por JH Notícias

terça-feira, 07/09/2021 - 13:56 • Atualizado 14:08
Marcos Rogério compartilha ‘Narcos Rogério’: ‘Abjeto. Vai vendo, Brasil!’

Após o assessor do senador Marcos Rogério (DEM-RO) ser preso por tráfico de drogas, o governista acabou sendo alvo de piadas nas redes sociais. Em diversos memes o senador aparece segurando drogas e correndo da Polícia Federal.

Neste sábado (4/9), Rogério postou um meme, onde ele aparece como o traficante Pablo Escobar. “Esse é o nível dos meus opositores. Abjeto e rasteiro. Vai vendo, Brasil!”, escreveu.

Narcos Rogério

Na tarde de sexta-feira (3/09), o senador se defendeu dos boatos de envolvimento com tráfico. De acordo com Rogério, os “aliados dos governos mais corruptos da história, os governos de esquerda”, estão atacando-o nas redes sociais. Ainda segundo o senador, os atos do assessor, que foi exonerado após a ação da PF, são “totalmente estranhos” à atividade que ele exerce como parlamentar.

“É a oportunidade que estão tendo de me retaliar pela defesa que faço de um governo conservador, no qual não existe qualquer prova de corrupção, diferente dos governos do PT”, afirmou.
O senador afirmou que apoia a apuração da Polícia Federal. “Vamos trabalhar sempre por um país mais transparente e justo. Sempre em busca da verdade”, disse.

A Operação Alcance

De acordo com a PF, as investigações da Operação Alcance, que prendeu o assessor do senador, foram iniciadas em agosto de 2020, com a finalidade de identificar a participação dos integrantes da organização criminosa sediada em Porto Velho e liderada por um homem foragido, condenado em 2015 a aproximadamente 40 anos de prisão por tráfico, associação e lavagem de dinheiro. Aproximadamente 200 policiais federais cumpriram 102 mandados judiciais, sendo 42 de prisão preventiva e 60 de busca e apreensão.

Sete remessas de drogas foram apreendidas, totalizando cerca de uma tonelada de cocaína.
Ainda de acordo com a Polícia Federal, o dinheiro da droga era recebido de forma dissimulada em contas bancárias interpostas de pessoas e empresas, sendo que estas recebiam aproximadamente 3% do valor movimentado.

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