Rondônia

Estabelecimentos lotados são flagrados em nova operação na noite de terça-feira em Porto Velho

quarta-feira, 03/03/2021 - 16:13 • Atualizado 10/05/2021 - 21:31

Em mais uma fase de operação para tentar impor regras de decretos estaduais de distanciamento social, equipes do Governo flagraram várias pessoas desrespeitando as regras. Um estabelecimento muito conhecido na zona Leste, foi novamente autuado pelos fiscais do município, por funcionar além do horário permitido, bem como por descumprir o termo de interdição emitido pela Secretaria Municipal de Fazenda. A gerente do bar recebeu mais uma vez um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO).

Na região Central, outro proprietário de um estabelecimento insiste em não cumprir à lei. Após verificação de denúncia anônima sobre o funcionamento ilegal, os integrantes de uma das equipes da “Operação Alerta” constataram que o bar, que também atua como restaurante, estava atendendo os clientes com as portas e cortinas fechadas para disfarçar o movimento interno. De acordo com denunciantes, havia aglomeração, música alta e consumo de bebida alcoólica, o que foi constatado pelos agentes públicos. Cerca de 20 pessoas eram atendidas normalmente no estabelecimento. Nenhuma delas, sequer os trabalhadores, utilizavam máscaras faciais.

Segundo o Governo, durante o momento em que os agentes da “Operação Alerta” organizavam as pessoas para lavratura de TCOs, algumas tentaram escapar. Um casal tentou sair discretamente alegando pegar as máscaras no carro, mas acabou sendo interceptado pelos policiais. Inúmeras foram as desculpas dos clientes para se livrar da ocorrência.

Na primeira noite da “Operação Alerta”, 62 estabelecimentos foram visitados, dos quais 49 estavam fechados, quatro foram notificados, três vistoriados e considerados em condições regulares, nove TCOs foram lavrados, houve quatro orientações e três autuações.

A operação é realizada com efetivos do Corpo de Bombeiros, Polícia Militar (PM), da Polícia Civil (PC), Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa), da Superintendência Estadual de Comunicação (Secom), do Programa de Orientação, Proteção e Defesa do Consumidor (Procon) e da Prefeitura da Capital, por intermédio do Departamento de Vigilância Sanitária, Secretaria Municipal de Fazenda, Secretaria Municipal de Saúde e Subsecretaria Municipal de Serviços Básicos.

Fonte: Secom/RO

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