Ex-presidiário acusado de matar policial penal é encontrado morto com tiro na cabeça
José Hugo é o principal suspeito de ter efetuado os tiros que resultaram na morte do policial penal José Cleodomar da Cruz Soares, de 44 anos.
José Hugo é o principal suspeito de ter efetuado os tiros que resultaram na morte do policial penal José Cleodomar da Cruz Soares, de 44 anos.
Rapidamente, a vítima entrou em contato com o monitoramento do prédio, que encaminhou uma equipe para deter os suspeitos.
Ex-ministro de Bolsonaro, Torres era o secretário de Segurança Pública do Distrito Federal no dia em que ocorreram os ataques terroristas contra os prédios dos Três Poderes.
O motorista foi encaminhado ao Departamento de Flagrantes, onde fio submetido ao teste do etilômetro, cujo resultado foi de 1.12 mg/l, caracterizando crime de embriaguez na direção.
Com a chegada de familiares, foi informado que a tenente estava portando uma arma de fogo, mas tal armamento não foi encontrado no automóvel.
Com a colisão a bicicleta ficou parcialmente embaixo do automóvel e o pai da criança sofreu corte na cabeça.
Momentos depois da briga, foram ouvidos vários disparos de arma de fogo já na Rua Zona Franca, entre a Avenida Jatuarana e a Rua Angico, no Bairro Conceição.
Diante toda a confusão causada por Ueslei, ele foi abordado pelos seguranças do shopping, mas resistiu e travou luta com os trabalhadores.
O companheiro da vítima não soube informar a causa da morte, que aparentemente morreu de causas naturais, porém, isso só poderá ser afirmado pela Polícia Civil.
Os policiais analisaram vídeos divulgados no exterior e constataram que as vítimas eram brasileiras, moradoras de Paraty, no Rio de Janeiro.
Foi notado que o suspeito estava bastante nervoso e passava informações desencontradas aos policiais, que experientes, fizeram uma averiguação melhor.
Foi visto que ele estava com um volume suspeito na cintura e então os policiais lhe deram ordem de parada.
Ela informou aos policiais militares que havia ido buscar o filho na igreja e logo que saíram, seu ex-marido, de quem está separada há aproximadamente um mês, apareceu de carro e houve discussão.
Diante da postura alterada do motoqueiro, os policiais lhe deram ordem de parada e ele tentou fugir, mas logo foi abordado.
Ela confessou que quando foi abordada, estava indo ao aeroporto para remarcar a viagem para Brasília.
O motorista do ônibus relatou, que o motociclista apresentava sinais de embriaguez alcoólica.
Os baleados foram socorridos por populares para a UPA zona leste, onde a equipe médica prestou os primeiros atendimentos e viu que havia a necessidade de transferir ambos ao Hospital e Pronto Socorro João Paulo II.
Com a chegada da perícia técnica, foi verificado que a vítima estava tentando atravessar a rodovia na parte de quem segue sentido Candeias do Jamari.
A mãe informou para os policiais que mantinha a criança amarrada porque ela era muito hiperativa. Disse ainda que o marido tinha conhecimento e concordava em manter o filho amarrado.
Questionado sobre ter drogas em seu apartamento, o suspeito afirmou que havia apenas para consumo, levando os policiais ao AP, que fica no mesmo bloco onde ele havia sido abordado.