“A paciente estava em trabalho de parto, já havia feito outros partos normais e naquele dia pediu para que fosse feito uma cesariana tendo em vista que não sentia muitas dores, mas passava de 41 semanas de gestação. O médico insistiu em fazer a indução e sem a autorização da paciente introduziu pílulas de Cytotec para acelerar o parto e a deixou mais de seis horas sem observação, o que causou a morte do bebê. Nesses casos a má prestação de serviço resta configurada, ainda que seja no serviço público” destacou a Dra. Ada Dantas Boabaid.