“Sem querer”, diz jovem que matou namorado brincando de roleta russa
Ele teria apontado a arma para a cabeça de Erica e puxado o gatilho. Houve um barulho metálico, mas sem o tiro, de acordo com o depoimento da jovem.
Ele teria apontado a arma para a cabeça de Erica e puxado o gatilho. Houve um barulho metálico, mas sem o tiro, de acordo com o depoimento da jovem.
O rapaz foi preso em flagrante por feminicídio logo depois do crime e levado para a Delegacia de Homicídios da Capital (DHC), que investiga o caso.
Segundo o sargento Celso Luís, da PM, o autor mora com os pais, que foram os responsáveis por acionar a corporação.
“A emissora não apoia a soltura de balões e espera que as autoridades apurem a responsabilidade do fato”, diz a nota.
A mulher estava foragida desde 2012, quando fugiu de uma prisão em Mato Grosso do Sul.
Quando a Polícia chegou o acusado estava dormindo e afirmou não lembrar de nada.
Os policiais levaram a menina ao pronto-socorro do Hospital Municipal Santa Efigênia, onde ela recebeu atendimento, mas não resistiu e morreu. O caso aconteceu em GO.
Segundo o site Alagoas 24 horas, a Polícia Civil informou que as vítimas são três meninas de 10, 12 e 13 anos.
A vítima, identificada apenas como Adaires, de 60 anos, foi assassinada enquanto dormia no pátio de uma oficina mecânica, ao lado de outro morador de rua.
Conforme relatou a mãe, de 29 anos, o menino disse que o companheiro dela teria praticado atos libidinosos com ele e, por isso, ela resolveu armar contra o homem.
A sentença narra que o funcionário pediu à consumidora que devolvesse qualquer produto que teria sido pego ou contasse caso tivesse devolvido. O caso aconteceu em GO.
A jovem chegou a registrar boletim de ocorrência na Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) e recebeu suporte psicológico e médico.
Segundo a nota, “a PMDF e seus integrantes não querem ser policiais civis, mas, sim, querem ser ouvidos, ser dignamente representados e, acima de tudo, respeitados”.
A chuva que deixou um cenário de destruição na cidade já vitimou fatalmente 94 pessoas.
Segundo a corporação, ela se autointitulava como “Barbie do Tráfico” – isso porque usava nos rótulos dos frascos da droga a marca de bonecas.
Os agressores o procuram fazendo ameaças, tais como: “Vamos te pegar, desgraçado”. Como não conseguem localizá-lo, o grupo decide ir embora, mas volta cinco minutos depois após uma mulher revelar o paradeiro do sargento.
Pelas imagens, é possível observar que a cadela estava na calçada e, quando atravessava a rua, foi atingida pelo veículo.
O dono do veículo não foi encontrado, mas, de acordo com os policiais, o pai dele esteve na delegacia, prestou depoimento e foi liberado.
“Ele jogou o corpo da vítima no piso inferior, ainda o puxou até o meio do pátio”, explicou o BO sobre a atitude do detento quando a cela foi aberta.
Após uma denúncia anônima, as equipes se deslocaram até o terminal e abordaram a aeronave, que havia acabado de pousar.