segunda-feira, 6 de abril de 2026
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Segurança detém técnica de enfermagem e evita sequestro de bebê em hospital de Brasília

Em 06/04/2026 às 20:25 ⚬ Por Lente Nervosa

Uma situação grave registrada dentro do Hospital Regional de Santa Maria, no Distrito Federal, veio à tona nesta segunda-feira (6), após a divulgação de imagens de câmeras de segurança. O caso, ocorrido no dia 28 de março, mostra uma técnica de enfermagem tentando deixar a unidade carregando um recém-nascido poucas horas após o parto.

A mulher, identificada como Eliane Borges Tavares Dias Vieira, de 44 anos, foi flagrada circulando por diferentes áreas do hospital com o bebê nos braços. Em um dos trechos das imagens, ela percorre um corredor e chega a olhar para outras pessoas enquanto segue caminhando, sem levantar suspeitas imediatas.

Em outro momento, já em um setor distinto da unidade, a movimentação chamou a atenção de uma vigilante que estava de plantão. Ao perceber a atitude considerada incomum, a funcionária tentou abordar a técnica, que inicialmente não respondeu e continuou andando. A intervenção só foi efetivada com o apoio de uma segunda vigilante.

Ao ser questionada, Eliane confirmou que carregava um recém-nascido. Segundo relato das profissionais de segurança, ela chegou a tratar a situação com naturalidade e afirmou que tudo não passava de uma “simulação” para avaliar a atuação da vigilância, chegando a elogiar a equipe durante a abordagem.

Diante da gravidade do ocorrido, a técnica foi conduzida de volta à ala de obstetrícia, onde o bebê foi entregue em segurança. A criança havia nascido poucas horas antes, enquanto a mãe permanecia desacordada no período pós-operatório.

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A ocorrência foi registrada imediatamente, e a mulher acabou presa em flagrante, sendo encaminhada à 20ª Delegacia de Polícia, no Gama. Em depoimento, uma das vigilantes relatou toda a dinâmica da abordagem e destacou o comportamento suspeito da técnica desde o momento em que deixou o setor com o bebê.

Ainda conforme o relato, após a contenção, Eliane demonstrou abalo emocional, chorou e pediu desculpas, alegando enfrentar problemas pessoais. Apesar disso, ela manteve a versão de que a ação teria sido apenas uma “brincadeira”.

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